domingo, 20 de maio de 2012

Rasguei meu contrato religioso com o deus/patrão e refiz meu contrato com a natureza e a humanidade:



  Existe nessa sociedade um contrato imposto entre a relação homem/deus. A figura de deus nessa sociedade é assimilada com a de um patrão.
O homem é controlado, amedrontado e vive com medo de ser punido caso seu trabalho não seja bem feito.
Homens buscam ser “bons” ou terem atitudes “boas” esperando uma promoção dos céus, que é transferida na terra ao consumo de mercadorias supérfluas como roupas, carro e joias. Os que tiveram ascensão social são os bons “fieis”.Entre uma caridade ali, outra aqui, seres acreditam acumular pontos para conquistar uma boa gratificação no final da vida.

Rasguei meu contrato religioso com o deus/patrão e refiz meu contrato com a natureza e a humanidade:

Rasguei meu contrato com deus/patrão: libertei-me da ideia de salvação ou calvário. 

Rasguei meu contrato com deus/patrão: sofrer para aprender não!  Aprender é transcender.

Rasguei meu contrato com deus/patrão: viver não é torturar o presente com os valores do passado, e sofrer ameaças com castigos e punições no futuro.

Refiz meu contrato com a humanidade: meu deus é o mar ou o mar é um deus liquido. Ele me ensina que existe uma força maior, algo superior, que não compramos e nem controlamos. Sejamos humildes somos só mais uma partícula no universo.

Refiz meu contrato com a humanidade: estou aprendendo a respeitar a natureza da qual faço parte. Estou tentando modificar a sociedade do qual também sou responsável.

Refiz meu contrato com humanidade: contemplei as pessoas, aprendi a vê nelas a possibilidade da amizade, do afeto, da paixão e da promessa. E não a vê-las como uma ameaça, um inimigo, no qual tenho que combater e competir.
Viver é um pleno exercício espiritual. de respeito, aprendizado, consciência e ajuda mútua.  E a espiritualidade é uma relação permanente, sem forma ou receita única.

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Aprendendo a ouvir o silêncio


Estou aprendendo a ponderar o amor com sabedoria, quase como uma tecnologia
As batidas  por minuto do meu coração vão além das ondas sonoras do meu mp3
Melhor do que ouvir a  música, os pássaros e a cidade , é ouvir o som da alma

O som da alma se chama silêncio e  Ele sempre  diz muito!

domingo, 13 de maio de 2012

AMOR DE MÃE É IMENSURÁVEL!!!!



 Quando eu nasci, ela só queria ser mãe
Quando comecei a dar os primeiros passos, ela me amparou
Quando comecei a falar, ela me escutou
Quando comecei a crescer, ela me deixou voar
Quando meus sonhos foram quebrados, ela ajudou a consertá-los

Quando errei, ela não me bateu, conversou e me abraçou
Quando sofri, abri nela um abismo de dor
Quando adoeci, ela me curou
Quando fui morar fora, ela conheceu o sentido da palavra ausência

Quando me perco nas noites, ela tenta reinventar o dia
Quando estou frágil, ela me fortalece
Quando estou cinza, ela me colori
Quando tudo fica escuro na minha vida, ela aparece com seu brilho, sua luminosidade materna

O amor de mãe,não pode se medido por distancia, é mas extenso que os oceanos
O amor de mãe não pode ser medido por tamanho, é mais alto que as montanhas
O amor de mãe não pode ser medido por valor, por que esse amor é o que há de mais humano
Por isso mãe te amo!!!

sábado, 12 de maio de 2012

Nem o azar da vida certa, nem a sorte do lado errado

A sorte é que meu coração é forte
Tão forte que nem o fio da navalha mais afiada pode cortá-lo
Mas, a sorte é que meu coração é forte
Tão forte que nem a bala do fuzil mais potente pode perfurá-lo

A sorte é que meu coração é forte
Tão forte que, nem a pisada de um elefante de uma tonelada pode esmagá-lo
Mas, a sorte é que meu coração é forte
Tão forte que nem a mordida do tubarão, mas voraz pode arranhá-lo

O azar é que meu coração é fraco
Tão fraco que, as pétalas das rosas podem dilacerá-lo
Mas, o azar é que meu coração é fraco
Tão fraco, que os acordes bem tocados de um violão podem machucá-lo

O azar é que meu coração é fraco
Tão fraco que, uma poesia bem declamada pode feri-lo
Mas, o azar é que meu coração é fraco
Tão fraco, que as frações dos milésimos de segundos, daquela discussão interminada podem disritima-lo      

Nem o azar da vida certa, nem a sorte do lado errado, meu coração é assim tão simples-humano...

sexta-feira, 11 de maio de 2012

A VIDA É UM MOSAICO



Hoje a reencontrei, há tempo a procurava, forjava esse momento, essa coisa tão minha, tão intima, há meses isso não acontecia. 

Estava em meu quarto, e acho que lá está um pouco dela, a minha cura, a paz que necessito.
Ela apareceu sutilmente naquele ambiente, um pouco tumultuado entre os papeis com rabiscos de ideias, poemas e lembretes do que fazer jogados pela cama e pelo chão. 

A frente o mosaico do comandante Ernesto Che Guevara lapidado com carinho pelo camarada Javier guerreiro.

  Na parede o desenho de um camponês segurando o arame farpado desenhado pelo companheiro Carlos latuff, ao lado a bandeira do Mst deixada em cima da escrivania  doado pelo compa  Angelo Manzin.

Ela está lá! Entre esses objetos, no meio dos escombros de sentimentos, deixados pela relação mutua dos irmãos de caminhada.

Está entre as cartas e regalos guardados na gaveta, na memoria, na lembrança dos amores do passado e do presente, está no ultimo incenso que  acabo de queimar, o perfume dele se espalha pelo meu quarto, me lembra um pouco do perfume dela, fico confuso.  

 Recordo de  bons  momentos com  uma companheira que tenho muito apreço, ela Sussurra a primeira palavra,  e meu ouvido, quanto apego! 

Mas ela está também nos livros em cima da minha prateleira, dos mestres da vida, Vito Gianotti, Claudia Santiago e Repper Fiell. Todos com lindas dedicatórias vê-los sempre lembram que a vida vale a pena.

Ela, está presente no quadro de Eduardo marinho em cima da minha cama com o titulo observar e absorver, e absorvendo aquela energia, ela foi chegando e me tocou novamente, sua segunda frase é  “Busco no presente minhas utopias do passado”.

Sorri, abri a janela da sacada e disse seja bem vinda, minha querida, preciosa e rara, consciência! É tão bom te senti assim tão minha.

Você esteve tão sumida nesses tempos, ando tão pouco racional ultimamente, sinto que você me abandonou, eu fiquei sozinho, enclausurado pela ansiedade e angustia,  desorientado  pelo sentimentalismo que balançou   meu  coração  pró-feminista.

Mas ela já chegou me cobrando, mesmo há meses sem me visitar ela nunca é meiga, que consciência mais marrenta. O primeiro questionamento foi: oque tem feito com seu tempo?  Tem produzido coisas positivas? Como tem tratado as pessoas? Como anda a sua relação com seus pais? E seu trabalho? Tá educando ou tá enganando? Esbravejando ela dispara sua terceira frase “Já aprendeu a controlar seu ego fdp!”. 

No silêncio que procedeu, após o esporro que levei, a vida doeu. Mas passado os primeiros minutos de contradições, ela viu que estava ferido, foi, mas branda, mas amiga e terna.

Então antes que ela desaparecesse aproveitei sua presença sublime e disse, espera ai Não vá embora porra!  

 Tenho pensando em tudo isso que você ponderou: família, amigos, relações conjugais, trabalho, luta e educação...

Ajude-me, me sinto tão covarde, nós somos tão poucos nossos inimigos são tantos, nós somos tão frágeis nossos inimigos são tão fortes, não seria mais lucido de fato eu me desesperar de vez?

Ela sorriu, tocou meu ombro e disse serenamente, enquanto você estiver desesperado, angustiado e desanimado haverá nisso tudo também a esperança. 

E da fagulha de esperança que arde seu peito irá nascer a expectativa do novo, que vai jorrar toda agua límpida purificando  nossa alma, assim sua sede  de futuro será sanada. 

Pois Cada segundo de sua vida meu jovem, tem o rumor vivo das utopias, é na utopia, na esperança e na possibilidade do amanhã que se move o imenso chão da vida. 

Caminhe, de preferencia de passos lentos, se permita ser mais humano, e lembre-se há sempre a  necessidade  de se  reconstruir, junte os últimos pedaços de sentimentos, paixões, sensibilidade e utopias,  reconstrua seu quadro humano, se refaça! Liberte-se dos maus pensamentos, A vida é um mosaico!

domingo, 29 de abril de 2012

A sociologia no dia-a dia...


A sociedade é maquiavélica
Tanta gente enlockecida,  
Com essa Idéia de propriedade privada  
 
Não há Rosas,  são Dias de barbárie, 
nesse tempo há muita focaultrua, 
Tudo soa falso, republicaram a republica  
 
 roussounearam o contrato social,
Tudo que é publico hoje cheira a mijo,
 prevaleceu a privada que a burguesia caga,
a riqueza é de poucas nações Na Res publica privada 
 
  O estado não foi marxcizado, o povo é visto como culpado,
 Esse não possui propriedade, só força de trabalho,
todo voto tem seu preço,  todo patrão tem seu escravo,

A humanidade têm pouco valor,
as pessoas obtem uma felicidade relativa,
 se realizam com a fetichização da mercadoria 
e vivem sob uma depressão absoluta
  com um desemprego estrutural.
 E a vida só tem mais- valia para o capital



sexta-feira, 20 de abril de 2012

 

Meu pé de Videira por: Mauricio ferreira

Você, textura viva e rara, pele em veludo - brilhante como o sangue – sutil, que tanta inveja causa às simplórias Malváceas.

Você, colhida sob as frias manhãs de setembro, espécie única – de mais formoso pecíolo – inigualável beleza – outra igual não me lembro – a mais perfeita alvorada.

Você, de aroma suave, quão vistoso é o elixir - bebida dos deuses - que invade minha boca e por ela somente desejo desagua.

Você, líquido que me desce, e que a garganta me afaga - enquanto chove agora – e que tanto me aquece - nesta noite clara - bem mais que lenha de acácia.

Mas é também você, que me corre nas veias e meu corpo embriaga, a mente devaneia, o rosto avermelha, as pernas enfraquece, as vezes também me desaba.

E também você, quando em mim, por muito não me aguenta, vem fácil e me apaga.

Mas é só você, safra nova, que a velhice do tempo melhora, já em 29 anos é rara, e que nenhum preço lhe paga sequer uma dose homeopática.

Somente você, que é extraordinária - que é UVA! - mas também humana, que é de outro plano, muda de Santa Rosa ou videira jupteriana.

sábado, 14 de abril de 2012

Nem a fé dogmática nem o poder cientifico legitimado, simplesmente humano:

Nem a fé dogmática nem o poder cientifico legitimado, simplesmente humano: ser humano é não se render aos dogmas e não se prender as verdades absolutas, nada mais humano do que a dúvida, ser dúvida é ser vivo e viver é apenas um exercício permanente, e sem forma única.

Nem a fé dogmática nem o poder cientifico legitimado, simplesmente humano: ser humano é ser sensível, ser sensível é despertar, é viajar intrinsicamente pela alma, o pior erro que podemos cometer é se sentir poderoso, não você não é foda, ninguém é! Liberte-se da ideia de martírio ou salvação. Simplesmente viva!

Nem a fé dogmática nem o poder cientifico legitimado, simplesmente humano: Somos o nossos próprio templo somos o ser, o mundo e o universo, ser humano é se reconhecer como criatura que pertence a natureza.

Nem a fé dogmática nem o poder cientifico legitimado, simplesmente humano: seja humano, se permita à reflexão, á raciocinar sobre tudo e questionar tudo. É necessário assimilar as criticas como incentivo para que tentamos ser aquilo, que com certeza ainda não somos, uma pessoa mais humana, solidária e verdadeira.

Nem a fé dogmática nem o poder cientifico legitimado, simplesmente humano: se deixar humanizar é aceitar a procura, se desenvolver , ligar as causas e consequências serenamente, sem medo de errar.

Nem a fé dogmática nem o poder cientifico legitimado, simplesmente humano : desumano é apontar a ignorância dos outros e toma o sofrimento como ensinamento, aprender é transcender, compreender e esclarecer sem lição e nem regras.

Nem a fé dogmática nem o poder cientifico legitimado, simplesmente humano : ser humano é unir, respeitar e abraçar. o sagrado está em tudo.na amizade, na família, na relação professor/aluno, tudo é tempo e o tempo é que é sagrado.

Nem a fé dogmática nem o poder cientifico legitimado, simplesmente humano: A religião tortura o presente com os valores do passado, ameaçando com castigos e punições no futuro.A humanidade deve viver o presente levando em conta as lições do passado, fazendo o plantio para a colheita no futuro. O cientificismo frigido condena e encarcera a natureza. A humanidade deve buscar desenvolver a consciência para aprender a tratar com respeito a natureza.

Nem a fé dogmática nem o poder cientifico legitimado, simplesmente humano: A religião promete o encontro com Deus depois da morte. A ciência disse que esse encontro jamais haverá, e a humanidade deve buscar a espiritualidade, deixar se encontrar com os Deuses e deusas que estão dentro de nós, a cada momento, na nossa atitude e na praxes cotidiana.

Nem a fé dogmática nem o poder cientifico legitimado, simplesmente humano: A sociedade Quer te ensinar a ver ao próximo como uma ameaça e te impedem de vê-lo como uma promessa, é verdade que se decepcionamos com pessoas, temos amizades e paixões desencontradas, ser humano é está pronto para concertar os sonhos e a esperança que foram quebrados durante a nossa efêmera caminhada. Seja criatura humana!